workshop Didgeridoo

Este instrumento que surgiu entre os aborígenes Australianos, vem actualmente ganhando maior preponderância um pouco por todo o mundo. O som produzido pelo instrumento resulta somente da vibração do ar, provocada pelo instrumentista e actualmente é utilizado por diversos músicos / bandas de diversos estilos musicais.
Para todos os interessados em aprender a tocar este instrumento, a Casa da Cultura de Loulé irá disponibilizar um workshop nos dias 13, 20, 27 de Novembro e 4 de Dezembro. 
Os interessados em frequentar o Worshop devem proceder à sua inscrição, no site da Casa da Cultura de Loulé AQUI. Para mais informações ligue 289 415860.

 

Casa Cultura recebe exposição da FotoFesta

 

Inserido no Fotofesta, 1º Festival de Fotografia do Algarve, organizado pela ALFA, Associação Livre Fotógrafos do Algarve. A Casa da Cultura de Loulé tem o prazer de vos convidar a visitar entre o dia 23 de Outubro e 06 de Novembro, para a exposição fotográfica "Rotinas da Morte" com a assinatura de Tátá Regala.

"Rotinas da Morte" pretende explorar um conceito lato, passando pelo cliché e sobretudo pelo ubíquo que há na morte. A morte recebe destaque mas pretende ser banalizada pela interpretação presente nos títulos.

Não obstante a morbidez, pretende-se estabelecer analogias com a própria vida, num reforço ao contínuo que une estas duas etapas.

Estabelece-se a salvaguarda de que a exposição contém imagens susceptíveis de impressionar o espectador.

 

 

 

 

 

Exposição - Miminhos

Concerto - PIGFARM

Exposição de Pintura de Paulo Rosa Botelho

Exposição de Pintura e Escultura de Paulo Rosa Botelho de 14 a 25 de Setembro

 

Rosa Botelho

Exposição - Prelúdio

PAULO ROSA BOTELHO nasceu em Lisboa
em 1967, onde frequentou a Escola António Arroio e o Ar.Co. Em 1989 criou o seu primeiro atelier, onde desenvolveu actividades no âmbito do design gráfico e ilustração.
Desde 2003 que vive e trabalha no Algarve - entre a serra e o mar.

O Sul foi sempre o ponto de partida para todas as pesquisas e ensaios pictóricos de Rosa Botelho. A intensidade das cores e da luminosidade, desencadearam a criação de atmosferas coloridas - elemento unificador de toda a sua obra.

Neste conjunto de trabalhos de linguagem figurativa vibrante e rítmica, a frequente utilização do “elemento animal”, coloca-nos em perfeita sintonia com um mundo onde a cor se liberta de qualquer conotação ou dependência naturalista.
A crescente sintetização formal, valorizada pela estruturação da cor e pelo jogo dinâmico das linhas e manchas, atinge o seu máximo nas esculturas, onde a utilização de materiais pouco convencionais resultou em volumetrias “abertas”, com a simplificação dos volumes e a sua consequente redução a formas geométricas.

Páginas

Subscribe to Casa da Cultura de Loulé RSS